E quando os dias estão difíceis, me lembro que tenho você. E então tudo fica bem… ❤️

E quando os dias estão difíceis, me lembro que tenho você. E então tudo fica bem… ❤️



Todo molhadinho rs 😏

Todo molhadinho rs 😏

(Fonte: )



Deus! Sim só ele é capaz de colocar um amor tão puro dentro do meu coração! É esse amor que me faz enfrentar os medos, ser louca, fazer de tudo pra ver a felicidade de alguém que não está comigo 24h por dia, mas desde o dia que eu descobri que existia um amor verdadeiro dentro de mim, me fez ver que sua felicidade hoje faz parte das minhas prioridades! E já são quase 2 anos, e vai ser pra sempre.. ❤️😭 @mariano_mm

Deus! Sim só ele é capaz de colocar um amor tão puro dentro do meu coração! É esse amor que me faz enfrentar os medos, ser louca, fazer de tudo pra ver a felicidade de alguém que não está comigo 24h por dia, mas desde o dia que eu descobri que existia um amor verdadeiro dentro de mim, me fez ver que sua felicidade hoje faz parte das minhas prioridades! E já são quase 2 anos, e vai ser pra sempre.. ❤️😭 @mariano_mm



blackwhitelucco:

As pessoas acham um absurdo amar um cara que não está perto todos os dias, ou que se consegue ver algumas vezes no ano. Mas o que as pessoas não entendem é que esse cara faz de tudo pra estar presente todos os dias, da forma mais louca ou romântica possível! ❤️💍

blackwhitelucco:

As pessoas acham um absurdo amar um cara que não está perto todos os dias, ou que se consegue ver algumas vezes no ano. Mas o que as pessoas não entendem é que esse cara faz de tudo pra estar presente todos os dias, da forma mais louca ou romântica possível! ❤️💍



Duda: O que a gente veio fazer aqui? - olhou assustada pro garoto ao seu lado -
Lucas: Acho que já tava na hora de você deixar de medo e voltar aqui. Eu sei o quanto você precisa disso!
Duda: Mas.. Eu não tenho coragem de entrar lá - sentiu suas pernas fraquejarem, com toda certeza se estivesse em pé, cairia - 
Lucas: Claro que tem! Eu sei que tem! Eu confio em você! - deu um selinho na garota e saiu do carro -
Duda percebeu ali mais uma vez que Lucas não sentia pena dela. Ele enxergava nela uma coragem que nem ela mesmo acreditava ter. 
Lucas: E então? Vai me deixar esperando aqui mesmo? - bateu no vidro assustando a garota e despertando-a de seus pensamentos - 
Duda suspirou criando coragem pra sair do carro. Lucas sem deixar a garota pensar muito abriu a porta, estendendo a mão pra que ela pudesse sair, entrelaçou  seus dedos, e aos poucos Duda sentia seu coração ir acelerando, quanto mais se aproximavam da entrada da casa, sentia seus estômago dar cambalhotas. 
Quando finalmente pararam na porta de entrada, Duda apertou a mão de Lucas instintivamente demonstrando o quanto estava tensa.
O garoto a abraçou de lado lhe passando confiança, e retirou uma chave do bolso. Logo A garota reconheceu o chaveiro que pertencia a seu pai.
 Lucas enfiou a chave na maçaneta e olhou mais vez pra Duda, e ela lhe lançou um olhar pedindo que continuasse, e assim ele abriu a porta.
A casa estava exatamente do jeito que a garota se lembrava, a única diferença, era que os móveis estavam tampados com um pano. Duda imaginou que Karina quem devia ter se preocupado com isso. E sem evitar mais, a garota começou dar passos pra dentro da casa. Vendo ali qua cada cantinho lembrava seus pais de alguma forma, a organização dos móveis que sua mãe sempre dava um jeito de mudar, a pequena biblioteca que seu pai tinha feito na sala de estar. 
Olhar tudo aquilo, e evitar o choro era impossível! As lágrimas começaram correr livremente pelos olhos da garota.
Lucas: Nossa! Eu lembro desse dia! - sorriu olhando um quadro que estava na estante - 
Duda se aproximou do garoto também observando o quadro, e sorriu se lembrando da cena.
Na foto estava ela, Leandro e Lucas, fazendo guerra com a mangueira de água. Eles deviam ter uns 8 ou 9 anos. 
Duda: Nesse dia eu fiquei muito brava com você, tinha uma parte do jardim que o gramado não tinha nascido e virou uma poça de lama, e você me jogou lá! - fingiu estar brava -
Lucas: Caraaaalho! Foi muito irado! A sua cara foi impagável! - gargalhou -
Duda: Lucas! - bateu nele -
Lucas: Desculpa! Mas eu adorava te ver brava! - tentou controlar o riso -
Duda bufou e continuou andando pela casa. Então subiu até o andar de cima e resolveu entrar em seu quarto. 
Sentiu uma nostalgia quando passou pela porta. A bagunça ainda permanecia lá! Do jeito que ela havia deixado. Sapatos espalhados pelos chão, os forros de camas espalhados, vários livros desarrumados, e espalhados pelo chão. Parecia que um furacão havia passado por ali.
Mas a causa de tudo foi o surto que ela teve quando soube da morte de seus pais.

-FLASH BACK ON- 
Duda: Lêêê! Que surpresa! Achei que você estaria no avião uma hora dessas - falou empolgado ao ver o amigo parado em sua porta - 
Leandro: A gente precisa conversar Duda.. - falou sério - 
Duda: Eita! Que cara é essa? - encarava o amigo sem entender - Entra! 
Os dois seguiram em silencio pra sala de estar. Duda conseguia sentir a tensão que Leandro transmitia.
Leandro: Acho melhor você se sentar 
Duda: Ok! - bufou - 
Leandro: Hoje de manhã.. Quando estávamos saindo pro aeroporto, recebemos uma ligação. E..
Duda: Fala de uma vez Leandro! - falou já impaciente - 
Leandro: Seu pais sofreram um acidente na estrada.. E.. - o olhar de Duda sobre Leandro era intenso, desesperado, talvez ela já conseguisse imaginar o que estava por vir - Eles morreram Duda. Não teve como salvá-los..
Duda: Por favor, não brinca comigo! Leandro, me diz que isso é brincadeira! - falava desesperada - 
Leandro: Não é Duda, eu sinto muito! - as lágrimas rolaram pelo rosto do garoto - 
Leandro abraçou a amiga, que nesse momento já chorava inconsolavelmente, totalmente descontrolada. 
Leandro: Eu sinto muito! - abraçava cada vez mais forte a amiga, e chorava junto com ela - 
Pegando Leandro de surpresa, a garota se desprendeu dos braços dele e saiu correndo subindo as escadas pro segundo andar. 
O garoto correu atrás da amiga, mas ela acabou sendo mais rápida e se trancou em seu quarto.
E do outro lado da porta ele ouvia gritos, coisas sendo derrubadas. A dor em seu coração era grande, mas não conseguia imaginar qual o tamanho da dor de Duda. Ele sabia que precisava estar ao lado dela pra tudo! 
Então começou insistir pra que a garota abrisse a porta. Mas ela parecia não dar ouvidos a ele, continuava com seu ataque de fúria dentro do quarto.
- FLASH BACK OF - 

Lucas: Tem alguma coisa sua que você quer levar pra minha casa? - perguntou pra garota ignorando a curiosidade de perguntar o motivo de toda aquela bagunça no quarto - 
Duda: Acho que sim.. - suspirou - 
Lucas: Vou atrás de algumas caixas, e alguma coisa pra gente comer. Você vai ficar bem sozinha? - perguntou um pouco indeciso se era uma boa idéia deixar a garota lá sozinha - 
Duda: Vou sim - forçou um sorriso - 
E rapidamente Lucas sumiu das vistas da garota. 
Duda continuou olhando seu quarto, sabia onde estava cada coisa, conhecia cada cantinho ali, mas ao mesmo tempo se sentia uma estranha. 
Resolveu sair do quarto até que Lucas voltasse. Se deparou com a porta do quarto dos seus pais logo á frente entre aberta. E a curiosidade tomou conta da garota, por mais que ela tentasse evitar, a vontade de entrar lá falava mais alto. 
E como um imã ela sentiu suas pernas se movimentando em direção ao quarto. Então entrou.
O cheiro dos seus pais invadiram suas narinas, então ela não soube definir se era coisa da sua imaginação, ou se o cheiro tinha permanecido por tanto tempo assim. 
Se aproximou do Closet, e abriu vendo ali todas as roupas dos seus pais ainda intocadas. E novamente um nó se formou em sua garganta, e como flash, várias memórias invadiram sua mente, e toda a saudade que estava sendo reprimida por esses meses veio a tona. E mais uma vez o choro invadiu o quarto, quebrando todo silêncio. 
A garota vestiu um dos paletós  de seu pai, e sentou no chão do Closet, sentindo como se seu coração estivesse sendo rasgado com tamanha dor.
Não se importou com nada, com os gritos ou as lágrimas que embaçavam sua visão, apenas chorou.
Quando já estava se sentindo sem forças, sem saber por quanto tempo havia chorado, sentiu braços a envolvendo, pedindo que ficasse calma. Então reconheceu a voz de Lucas. 
Lucas: Eu nunca vou te deixar.. Nunca! Sempre estarei aqui.. - sussurrava tentando acalmar a garota -

Duda: O que a gente veio fazer aqui? - olhou assustada pro garoto ao seu lado -
Lucas: Acho que já tava na hora de você deixar de medo e voltar aqui. Eu sei o quanto você precisa disso!
Duda: Mas.. Eu não tenho coragem de entrar lá - sentiu suas pernas fraquejarem, com toda certeza se estivesse em pé, cairia -
Lucas: Claro que tem! Eu sei que tem! Eu confio em você! - deu um selinho na garota e saiu do carro -
Duda percebeu ali mais uma vez que Lucas não sentia pena dela. Ele enxergava nela uma coragem que nem ela mesmo acreditava ter.
Lucas: E então? Vai me deixar esperando aqui mesmo? - bateu no vidro assustando a garota e despertando-a de seus pensamentos -
Duda suspirou criando coragem pra sair do carro. Lucas sem deixar a garota pensar muito abriu a porta, estendendo a mão pra que ela pudesse sair, entrelaçou seus dedos, e aos poucos Duda sentia seu coração ir acelerando, quanto mais se aproximavam da entrada da casa, sentia seus estômago dar cambalhotas.
Quando finalmente pararam na porta de entrada, Duda apertou a mão de Lucas instintivamente demonstrando o quanto estava tensa.
O garoto a abraçou de lado lhe passando confiança, e retirou uma chave do bolso. Logo A garota reconheceu o chaveiro que pertencia a seu pai.
Lucas enfiou a chave na maçaneta e olhou mais vez pra Duda, e ela lhe lançou um olhar pedindo que continuasse, e assim ele abriu a porta.
A casa estava exatamente do jeito que a garota se lembrava, a única diferença, era que os móveis estavam tampados com um pano. Duda imaginou que Karina quem devia ter se preocupado com isso. E sem evitar mais, a garota começou dar passos pra dentro da casa. Vendo ali qua cada cantinho lembrava seus pais de alguma forma, a organização dos móveis que sua mãe sempre dava um jeito de mudar, a pequena biblioteca que seu pai tinha feito na sala de estar.
Olhar tudo aquilo, e evitar o choro era impossível! As lágrimas começaram correr livremente pelos olhos da garota.
Lucas: Nossa! Eu lembro desse dia! - sorriu olhando um quadro que estava na estante -
Duda se aproximou do garoto também observando o quadro, e sorriu se lembrando da cena.
Na foto estava ela, Leandro e Lucas, fazendo guerra com a mangueira de água. Eles deviam ter uns 8 ou 9 anos.
Duda: Nesse dia eu fiquei muito brava com você, tinha uma parte do jardim que o gramado não tinha nascido e virou uma poça de lama, e você me jogou lá! - fingiu estar brava -
Lucas: Caraaaalho! Foi muito irado! A sua cara foi impagável! - gargalhou -
Duda: Lucas! - bateu nele -
Lucas: Desculpa! Mas eu adorava te ver brava! - tentou controlar o riso -
Duda bufou e continuou andando pela casa. Então subiu até o andar de cima e resolveu entrar em seu quarto.
Sentiu uma nostalgia quando passou pela porta. A bagunça ainda permanecia lá! Do jeito que ela havia deixado. Sapatos espalhados pelos chão, os forros de camas espalhados, vários livros desarrumados, e espalhados pelo chão. Parecia que um furacão havia passado por ali.
Mas a causa de tudo foi o surto que ela teve quando soube da morte de seus pais.

-FLASH BACK ON-
Duda: Lêêê! Que surpresa! Achei que você estaria no avião uma hora dessas - falou empolgado ao ver o amigo parado em sua porta -
Leandro: A gente precisa conversar Duda.. - falou sério -
Duda: Eita! Que cara é essa? - encarava o amigo sem entender - Entra!
Os dois seguiram em silencio pra sala de estar. Duda conseguia sentir a tensão que Leandro transmitia.
Leandro: Acho melhor você se sentar
Duda: Ok! - bufou -
Leandro: Hoje de manhã.. Quando estávamos saindo pro aeroporto, recebemos uma ligação. E..
Duda: Fala de uma vez Leandro! - falou já impaciente -
Leandro: Seu pais sofreram um acidente na estrada.. E.. - o olhar de Duda sobre Leandro era intenso, desesperado, talvez ela já conseguisse imaginar o que estava por vir - Eles morreram Duda. Não teve como salvá-los..
Duda: Por favor, não brinca comigo! Leandro, me diz que isso é brincadeira! - falava desesperada -
Leandro: Não é Duda, eu sinto muito! - as lágrimas rolaram pelo rosto do garoto -
Leandro abraçou a amiga, que nesse momento já chorava inconsolavelmente, totalmente descontrolada.
Leandro: Eu sinto muito! - abraçava cada vez mais forte a amiga, e chorava junto com ela -
Pegando Leandro de surpresa, a garota se desprendeu dos braços dele e saiu correndo subindo as escadas pro segundo andar.
O garoto correu atrás da amiga, mas ela acabou sendo mais rápida e se trancou em seu quarto.
E do outro lado da porta ele ouvia gritos, coisas sendo derrubadas. A dor em seu coração era grande, mas não conseguia imaginar qual o tamanho da dor de Duda. Ele sabia que precisava estar ao lado dela pra tudo!
Então começou insistir pra que a garota abrisse a porta. Mas ela parecia não dar ouvidos a ele, continuava com seu ataque de fúria dentro do quarto.
- FLASH BACK OF -

Lucas: Tem alguma coisa sua que você quer levar pra minha casa? - perguntou pra garota ignorando a curiosidade de perguntar o motivo de toda aquela bagunça no quarto -
Duda: Acho que sim.. - suspirou -
Lucas: Vou atrás de algumas caixas, e alguma coisa pra gente comer. Você vai ficar bem sozinha? - perguntou um pouco indeciso se era uma boa idéia deixar a garota lá sozinha -
Duda: Vou sim - forçou um sorriso -
E rapidamente Lucas sumiu das vistas da garota.
Duda continuou olhando seu quarto, sabia onde estava cada coisa, conhecia cada cantinho ali, mas ao mesmo tempo se sentia uma estranha.
Resolveu sair do quarto até que Lucas voltasse. Se deparou com a porta do quarto dos seus pais logo á frente entre aberta. E a curiosidade tomou conta da garota, por mais que ela tentasse evitar, a vontade de entrar lá falava mais alto.
E como um imã ela sentiu suas pernas se movimentando em direção ao quarto. Então entrou.
O cheiro dos seus pais invadiram suas narinas, então ela não soube definir se era coisa da sua imaginação, ou se o cheiro tinha permanecido por tanto tempo assim.
Se aproximou do Closet, e abriu vendo ali todas as roupas dos seus pais ainda intocadas. E novamente um nó se formou em sua garganta, e como flash, várias memórias invadiram sua mente, e toda a saudade que estava sendo reprimida por esses meses veio a tona. E mais uma vez o choro invadiu o quarto, quebrando todo silêncio.
A garota vestiu um dos paletós de seu pai, e sentou no chão do Closet, sentindo como se seu coração estivesse sendo rasgado com tamanha dor.
Não se importou com nada, com os gritos ou as lágrimas que embaçavam sua visão, apenas chorou.
Quando já estava se sentindo sem forças, sem saber por quanto tempo havia chorado, sentiu braços a envolvendo, pedindo que ficasse calma. Então reconheceu a voz de Lucas.
Lucas: Eu nunca vou te deixar.. Nunca! Sempre estarei aqui.. - sussurrava tentando acalmar a garota -



E quando eu estava ali em cima, não estava preocupada com que as pessoas iriam pensar, ou o quanto iam surtar e ficar felizes por mim. Eu só estava preocupada em te mostrar o quanto meu sentimento por você é verdadeiro. Eu queria mostrar através dos sorrisos, olhares, dos carinhos.. E eu acho que consegui, pra mim foi impagável, quando paramos no final daquela passarela e você cantando “vamos até o fim” me olhando com o sorriso mais lindo do mundo, te peguei de surpresa fazendo um carinho no seu rosto, e automaticamente você fechou os olhos. Pra quem estava vendo a cena toda, pode ter achado que foi apenas uma encenação, mas mim foi a prova que esse nosso amor, realmente já estava escrito por Deus! E mais do que nunca o melhor que eu tenho a dizer é SEMPRE JUNTOS! ❤️😭💍 @lucaslucco  (em Tangará da Serra)

E quando eu estava ali em cima, não estava preocupada com que as pessoas iriam pensar, ou o quanto iam surtar e ficar felizes por mim. Eu só estava preocupada em te mostrar o quanto meu sentimento por você é verdadeiro. Eu queria mostrar através dos sorrisos, olhares, dos carinhos.. E eu acho que consegui, pra mim foi impagável, quando paramos no final daquela passarela e você cantando “vamos até o fim” me olhando com o sorriso mais lindo do mundo, te peguei de surpresa fazendo um carinho no seu rosto, e automaticamente você fechou os olhos. Pra quem estava vendo a cena toda, pode ter achado que foi apenas uma encenação, mas mim foi a prova que esse nosso amor, realmente já estava escrito por Deus! E mais do que nunca o melhor que eu tenho a dizer é SEMPRE JUNTOS! ❤️😭💍 @lucaslucco (em Tangará da Serra)



Engraçado é olhar pra trás hoje, e lembrar que muitas pessoas me falaram que esse amor que eu sinto por você logo ia passar, que era só empolgação por você ser um cara bonito. Mas, mal sabem elas que antes você não era tão bonito assim 😂 A verdade é que eu te escolhi, escolhi viver esse amor maluco, mesmo sabendo dos seus medos, das suas birras, do seu orgulho, da sua ansiedade.. Por que acima de tudo isso eu enxergo sua garra, seu amor, sua dedicação, sua fé! Coisas que só quem ama de verdade consegue ver! E hoje eu só agradeço a Deus por ter me dado você ❤️🙏 @lucaslucco

Engraçado é olhar pra trás hoje, e lembrar que muitas pessoas me falaram que esse amor que eu sinto por você logo ia passar, que era só empolgação por você ser um cara bonito. Mas, mal sabem elas que antes você não era tão bonito assim 😂 A verdade é que eu te escolhi, escolhi viver esse amor maluco, mesmo sabendo dos seus medos, das suas birras, do seu orgulho, da sua ansiedade.. Por que acima de tudo isso eu enxergo sua garra, seu amor, sua dedicação, sua fé! Coisas que só quem ama de verdade consegue ver! E hoje eu só agradeço a Deus por ter me dado você ❤️🙏 @lucaslucco




Louca eu seria se não te amasse, se não acreditasse que você sempre faz tudo valer a pena! Sj ❤️ @lucaslucco #lucaslucco (em Tangará da Serra)



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